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CONHECENDO O AUTOR DO BLOG
O professor e escritor Marcos Cortinovis Carvalho nasceu no Rio de Janeiro, na capital, em 1975. Após estabelecer-se profissionalmente como professor, foi morar em Mangaratiba, município da Costa Verde fluminense, onde permaneceu por três anos. Atualmente reside em Itaguaí, município da região metropolitana do Rio de Janeiro, compreendida entre a Baixada Fluminense e a Costa Verde.
Casou-se em 1998, tem dois filhos e um neto. Estudou Direito, mas não chegou a se formar, trancou o curso quando iniciou o quinto ano da faculdade e, em seguida, ingressou no curso de Letras. Fez especialização em Linguística e Língua Portuguesa e cursou Mestrado, cuja pesquisa volta-se à leitura e produção textual de alunos em privação de liberdade.
É professor da Rede Estadual de Ensino do Rio de Janeiro, possui duas matrículas públicas: por uma delas, é lotado em uma escola situada em um presídio, onde, além de lecionar Língua Portuguesa e Literatura, coordena trabalhos extraclasse – o Festival de Música e o Café Literário – os quais visam não apenas o desenvolvimento intelectual dos alunos, mas também a sensibilidade artística deles; por outra matrícula, leciona Português e Literatura em Itaguaí.
Lançou-se pela primeira vez no mundo da literatura como escritor com a obra "Nos trilhos do trem e outras crônicas", em que, além de outros temas, inspira-se no dia a dia do trem suburbano do Rio de Janeiro.
Além disso, inspirou-se em cronistas pelos quais tem grande admiração – Luís Fernando Veríssimo, Stanislaw Ponte Preta, Rubem Braga e Zuenir Ventura – e pretende alçar mais voos no universo literário.
quarta-feira, 24 de maio de 2017
Exercícios - Derivação
domingo, 21 de maio de 2017
Contos - Interpretação
http://claricelispector.blogspot.com.br/2008/01/cem-anos-de-perdo.html
quinta-feira, 11 de maio de 2017
O uso da crase, por Zé de Fátima
O USO DA CRASE
De dois as a união
Um a que é um artigo
Mais um a preposição:
Rozenval não foi à missa,
Mas vai à reunião.
Não se usa crase antes
De palavra masculina:
"Rogério veio a cavalo",
"Chegou à pé Janaína" -
Há crase, via de regra,
Com palavra feminina.
Contudo nossa gramática
Está cheia de exceção
E sempre dá um jeitinho
De ninguém ficar na mão:
A crase com masculino?
Vire a página, bom irmão.!
Com palavra masculina
A crase se pode usar
Toda vez que ela, a crase,
À moda de detonar:
"O cabelo à Ronaldinho
Neném gosta de cortar".
Possessivo feminino
"Sua, nossa, tua, minha..."
Faculta o uso da crase:
"Vou já à minha casinha",
"Obedeça a sua mãe",
"Irei à tua festinha".
Também pode existir crase
Com aquilo, aquele, aquela:
"Renata se referiu
Àquilo que disse Estela",
"Zefa gosta de assistir
Somente àquela novela".
Há muita gente que pensa
Que basta a preposição
Para o a ser craseado,
Mas não é bem assim não:
Preposição mais artigo -
Crase só nessa união.
Nos exemplos a seguir,
Temos preposição a:
"Eu me refiro à Mateus",
"Estou a trabalhar" -
Com artigo aqui não cabe,
Portanto, crase não há!
A crase antes do verbo
Não há como colocar:
Verbo não aceita artigo
"É por isso que não dá" -
"Com dinheiro a receber,
Tenho contas a pagar".
(Aqui eu faço parênteses
Para uma observação:
quando o verbo aceita artigo
Já não é verbo mais não,
Passa a ser substantivo -
"O viver é ilusão").
Isso porque a palavra
Que do artigo vem à frente
Se torna substantivo
(Isso automaticamente):
"O três é número de sorte",
"O belo é sempre atraente".
O a artigo da crase
Estando no singular
Com a palavra no plural
Não há como concordar:
"Eu vou a lojas no centro"
Não há como crasear.
domingo, 7 de maio de 2017
Terrorismo Lógico, Antônio Prata
domingo, 23 de abril de 2017
Professor Aposentado, por Luiz Guilherme Oliveira Souza
quarta-feira, 12 de abril de 2017
Éramos seis, de Maria José Dupré

- Dona Lola
- Júlio
- Carlos
- Alfredo
- Julinho
- Isabel( ) Mulher bondosa e trabalhadora( ) Casou-se com um homem desquitado( ) Vendedor e conservador( ) Ascende socialmente( ) Formou-se em medicina( ) Sumiu pelo mundo
- Ele não concordava com o fato de ambos darem preocupação aos pais.
- Ele achava errado os dois comerem demais.
- Ele achava errado os dois se envolverem com comunistas.
- Ele achava errado ambos sempre chegarem tarde em casa.
- Personagem da narrativa
- Celebridade na narrativa
- Abrigo dos personagens
- Indesejada pelos personagens
- “toda sua vida havia sido plácida como um lago escuro”
- “seus gritos repercutiam em seus ouvidos como ecos de coisas mortas”
- “– Coma, filhinha, olhe como está gostoso”
- “– Onde se viu tomar sopa desse jeito? Não aprende? Parece cachorrinho”
- Ele revela que sentimento de Dona Lola:( ) alívio ( ) solidão ( ) alegria
- Por que os numerais estão destacados entre aspas?PROPOSTA DE REDAÇÃO
As batalhas do castelo, de Domingos Pellegrine
- Coragem
- Solidariedade
- Liberdade
- Ganância
- “A amargura rói mito mais que os ratos”
- “Para a aventura é preciso coragem mais do que sorte”